O Chevrolet Tracker 2027 chega ao Brasil com cinco versões automáticas, dois motores turbo flex e preços entre R$ 119.990 e R$ 180.790. A linha termina na versão RS, com 141 cv e teto solar panorâmico.
A Chevrolet manteve o SUV compacto como uma opção intermediária entre hatches compactos e modelos maiores. A receita combina câmbio automático de seis marchas, conectividade e assistências de condução.
Chevrolet Tracker 2027 custa até R$ 180.790
R$ 119.990 coloca o Tracker Turbo AT entre os SUVs automáticos mais acessíveis da categoria. No outro extremo, a versão RS custa R$ 180.790.
A diferença entre as duas configurações chega a R$ 60.800. É uma distância grande, mas explica a mudança de proposta entre a versão essencial e o topo esportivo.
| Versão | Motor | Preço |
|---|---|---|
| Turbo AT | 1.0 turbo flex | R$ 119.990 |
| LT Turbo AT | 1.0 turbo flex | R$ 146.690 |
| LTZ Turbo AT | 1.0 turbo flex | R$ 162.890 |
| Premier Turbo | 1.2 turbo flex | R$ 179.790 |
| RS Turbo | 1.2 turbo flex | R$ 180.790 |
Os valores são preços sugeridos pela Chevrolet. Cor, frete, disponibilidade regional e bônus de concessionária podem alterar a negociação final.
O Tracker é vendido pela rede Chevrolet no Brasil. Antes de fechar negócio, vale confirmar estoque e prazo na concessionária da região.

Dois motores turbo e automático de seis marchas
As versões de entrada usam o motor 1.0 turbo flex, com 115 cv e 18,9 kgfm. O conjunto utiliza injeção direta e trabalha sempre com câmbio automático de seis marchas.
Premier e RS recebem o 1.2 turbo flex. São 141 cv com etanol, ou 139 cv com gasolina, além de 22,9 kgfm de torque.
O Tracker 2027 não é híbrido nem elétrico. Toda a linha utiliza motores flex, uma escolha familiar para o mercado brasileiro e sua rede de abastecimento.
| Item | Tracker 1.0 turbo | Tracker 1.2 turbo |
|---|---|---|
| Combustível | Flex | Flex |
| Potência | 115 cv | 141 cv com etanol; 139 cv com gasolina |
| Torque | 18,9 kgfm | 22,9 kgfm |
| Câmbio | Automático de 6 marchas | Automático de 6 marchas |
| Consumo urbano com gasolina | Até 11,5 km/l | Cerca de 11,0 km/l |
| Consumo rodoviário com gasolina | Até 13,8 km/l | Cerca de 13,7 km/l |
| Consumo urbano com etanol | Cerca de 8,1 km/l | Cerca de 7,6 km/l |
| Consumo rodoviário com etanol | Cerca de 9,9 km/l | Cerca de 9,9 km/l |
| Comprimento | 4,30 metros | 4,30 metros |
| Entre-eixos | 2,57 metros | 2,57 metros |
| Porta-malas | 393 litros | 393 litros |
| Lotação | 5 ocupantes | 5 ocupantes |
O consumo rodoviário muda pouco entre os motores. O 1.0 leva vantagem na cidade, enquanto o 1.2 entrega mais força em ultrapassagens e subidas.
Para quem roda diariamente, a diferença aparece menos na estrada. O comprador paga mais pelo desempenho e pelos equipamentos das versões superiores.
RS aposta no visual e no teto panorâmico
A versão RS não é apenas uma mudança de emblema. Ela traz grade colmeia, rodas de 17 polegadas escurecidas e acabamento externo com detalhes pretos.
O interior combina revestimento preto com detalhes vermelhos. O painel tem 8 polegadas, enquanto a central MyLink mede 11 polegadas.
O teto solar panorâmico completa o pacote. É o equipamento que mais diferencia a RS no uso cotidiano, especialmente diante de versões intermediárias.
A Premier segue outro caminho. Ela prioriza conforto e tecnologia, com ar-condicionado digital, multimídia de 11 polegadas e pacote mais completo de assistência.
| Versão | Equipamentos principais |
|---|---|
| Turbo AT | Rodas de aço de 17″, painel TFT de 3,5″ e MyLink de 8″ |
| LT Turbo AT | Câmera de ré e MyLink de 11″ |
| LTZ Turbo AT | Alerta de ponto cego e faróis de LED |
| Premier Turbo | Ar-condicionado digital, MyLink de 11″ e pacote ampliado de assistência |
| RS Turbo | Teto solar panorâmico, rodas escurecidas, faróis de LED e acabamento interno esportivo |
Segurança acompanha os rivais mais caros
O Tracker 2027 oferece seis airbags e recursos de assistência nas versões equipadas com o pacote avançado.
Entre os sistemas estão frenagem automática de emergência, alerta de colisão frontal, detecção de pedestres e ciclistas e assistente de permanência em faixa.
O alerta de ponto cego aparece na LTZ, além das versões superiores. Esse recurso ajuda em mudanças de faixa, especialmente no trânsito urbano pesado.
Os equipamentos aproximam o Tracker de rivais como Volkswagen T-Cross, Hyundai Creta, Nissan Kicks, Jeep Renegade e Honda HR-V.
Tracker mantém espaço competitivo, mas não lidera
Com 4,30 metros de comprimento e 2,57 metros entre os eixos, o Tracker acomoda cinco ocupantes. O porta-malas tem 393 litros.
Esse volume atende uma família pequena e comporta compras grandes sem drama. Ainda assim, não lidera entre os SUVs compactos vendidos no Brasil.
O modelo também fica em uma faixa disputada. O T-Cross, o Creta e o Kicks brigam pelo mesmo consumidor, enquanto o HR-V aparece nas configurações mais caras.
O diferencial do Chevrolet está na variedade. Há uma versão automática de entrada, opções intermediárias com equipamentos úteis e dois topos turbo.
Chevrolet Tracker 2027 chega mirando volume
O Tracker tenta atender públicos diferentes. Pode servir como primeiro SUV turbo automático, carro familiar ou substituto de um hatch compacto.
A versão de R$ 119.990 concentra o apelo racional. Já a RS cobra apenas R$ 1.000 a mais que a Premier e entrega visual exclusivo, teto panorâmico e motor mais forte.
Essa diferença pequena entre as duas versões topo pode pressionar o comprador para a RS. Mas será que o teto solar e o acabamento esportivo justificam deixar de lado o conforto da Premier?
Os detalhes de preço e equipamentos estão no site oficial da Chevrolet. Na concessionária, a conta final ainda depende de estoque, cor e condições comerciais.