A Kawasaki trouxe para 2027 uma moto que faz qualquer apaixonado por retrô sorrir: a Z900RS chega com mais eletrônica, três versões e um motor de 948 cm³ que entrega 116 cv, tudo embalado num desenho que respira a lendária Z1 de 1972. É história e tecnologia de mãos dadas.
O motor 4 cilindros em linha ganhou novos comandos de admissão e escape, entregando 116 cv a 9.300 rpm e 9,8 kgf.m de torque a 7.700 rpm. Números que colocam a Z900RS numa categoria de peso pesado entre as naked retrô, sem abrir mão do caráter clássico que faz essa família ser tão amada.
Três versões, três personalidades
A Z900RS parte de R$ 70.990, a Café sai por R$ 71.990, e a topo de linha SE chega a R$ 78.990, todos valores mais frete. A diferença não é só de preço: a versão Café traz carenagem frontal exclusiva no estilo café racer, com guidão mais baixo e estreito que empurra a ergonomia para um lado mais esportivo.
Já a SE mira quem quer o melhor do melhor: freios Brembo e suspensão traseira Öhlins S46 elevam o nível de resposta da moto, tanto na cidade quanto numa curva mais gostosa de estrada. É a versão para quem não se contenta em só admirar o visual retrô e quer sentir a moto responder à altura da aparência.
Eletrônica de moto grande, sem perder a alma
Acelerador Ride-by-Wire, Controle de Tração Kawasaki (KTRC), Cruise Control, quickshifter bidirecional e uma IMU de seis eixos completam o pacote tecnológico. É o tipo de eletrônica que trabalha em silêncio para deixar o piloto livre para aproveitar o motor, sem impor limites artificiais à diversão.
A conectividade via aplicativo Rideology fecha a experiência moderna, permitindo acompanhar dados de pilotagem e configurar a moto pelo celular. Design retrô por fora, tecnologia atual por dentro: essa sempre foi a fórmula que fez a família Z900RS conquistar entusiastas desde o lançamento original.
Um tributo que continua vivo
Poucas motos carregam tanto peso histórico quanto a Z1 de 1972, e a Kawasaki sabe disso. A cada geração da Z900RS, a marca reforça essa homenagem sem deixar a moto virar peça de museu: motor forte, eletrônica atual, três personalidades para escolher. Para quem cresceu admirando fotos de época da Z1, ver essa herança viva e andando pelas ruas em 2027 é dessas coisas que fazem valer a pena ser apaixonado por moto.
